Sábado

O ambiente reflete no astral.

A cada dia que passa me convenço mais disso. Nossos filhos são diretamente afetados pelo ambiente em que vivem. Se a atmosfera de nossa casa é calma e tranquila, chances grandes de nosso bebê também ser calmo e tranquilo. Se na atmosfera há stress, isso também influencia nos pequenininhos. Não sei se há ciência ou estudos por trás disso mas a vivência tem me mostrado que em casa onde impera o grito e a bronca o astral do bebê é bem diferente. Bebês são esponjas que absorvem e aprendem tudo o que vêem.

Sexta-feira

Cuidado com os dentinhos desde pequeninho.


Minha irmã dentista recomenda: mesmo um bebê deve cuidar da higiene dos dentinhos. Como? Muito simples: opção 1: com uma fraldinha molhada em água, passe delicadamente pela gengiva e nos dentinhos. Opção 2 - com uma escovinha para bebês (que encaixa no nosso dedo), passe delicadamente pelos dentinhos. Nada de creme dental com fluor. Isso é só beeeeem mais tarde. 

Quinta-feira

Babá não pode cansar.


Esse toque foi minha mãe quem me deu. Se a gente quer que a babá cuide bem dos nossos filhos, é bom saber que pra ela fazer isso bem, não pode cansar. Ideal portanto é que seu "job description" tenha como único foco o bebê. Pode parecer que não é nada, mas, pedir pra babá cuidar do bebê, da roupa, da comida, da arrumação, etc etc, vai acabar deixando ela tão cansada que não vai conseguir fazer bem o principal.

Sábado

Livros - 2


À medida que o bebê cresce, os tipos de livros vão naturalmente mudando.
Tem a fase dos livros com figuras simples, depois pequenas situações ilustradas, e claro, a fase onde a mamãe lê histórias. E nesse momento, achar livros com histórias interessantes e curtas não é tarefa das mais fáceis.

Pra essa fase, onde o bebê está bem mais crescidinho, tem um livro de contos muuuito legal que se chama "Contos da rua Broca" de Pierre Gripari. O barato desse livro, além dos contos, é que de certa forma personagens se entrelaçam entre um conto e outro e acredite: a criança identifica!

Segunda-feira

Passeios a dois


No começo, especialmente no primeiro mês, você fica em casa curtindo seu bebê, conhecendo ele melhor, cuidando, enfim, uma rotina bem gostosa vai acontecendo onde vocês dois vivem num mundo praticamente a parte do resto. E aí, no final desse mês, pode ser que você tenha vontade de sair um pouco, ver gente, se arrumar, encontrar amigas. Isso é bem bom, porque além de legal pra mãe, já começa a introduzir o bebê, pelo menos um pouquinho, na atmosfera da vida do dia a dia das pessoas. E essa atividade acaba fazendo um bem danado pra mamãe, que dá uma espairecida, e pro bebê, que começa a entrar em contato com coisas novas.

Cuidado na fase tartaruga.


No comecinho, podemos dizer que o bebê vive uma fase tartaruga. Ou seja, como você o coloca, ele fica. Se você o põe de costas, ele fica de costas. Se você o põe de bruços, a mesma coisa. Porém, é melhor ficar bem esperta porque, de uma hora pra outra, a fase tartaruga termina e o bebê começa a se mexer pra valer, e quando você menos espera, ele já consegue chegar na beirada da cama. E daí pro chão é um pulo. Portanto, barreiras com um travesseiro de cada lado por exemplo, são recomendáveis quando você deixa o seu bebê tirar uma soneca na sua cama grandona.

Vovós

É inegável como podemos aprender muito com nossas mães. A maioria das coisas é igual a antigamente e nada melhor do que ter uma voz experiente por perto pra nos dar dicas que nos ajudam a cuidar melhor do nosso baby.
Poucas coisas são diferentes. E nessas, temos que seguir o que mandam os tempos modernos. Por exemplo, está mais do que provado que quando pequenininho, o único líquido de verdade que o bebê necessita é o leite da mamãe. Muitas vovós vão até sugerir mamadeiras com chazinhos, com água, mas se ainda não tiver chegado a hora de introduzir novidades na alimentação do seu bebê, vale a pena se manter firme às orientações do pediatra.

Não basta ser pai. Tem que aproveitar.


A tendência natural de qualquer mãe amorosa é acreditar que somos únicas no cuidado com o bebê. Que ninguém sabe fazer melhor. Bom, mesmo que sejamos verdadeiras videntes em saber o que o bebê quer ou está sentindo, é sempre bom lembrar que o papai também teve uma grande participação e merece tanto quanto nós, ter seu espaço e poder cuidar do bebê. Poder dar banho, dar papinha, trocar fralda, cantar pro bebê dormir, ninar ele no colo, enfim, coisas muito especiais que de tão especiais passam muito rápido. E nada mais lindo do que ver o papai descansando no sofá com o bebê dormindo placidamente em cima dele. E tudo isso, além de lindo, é bem bom pra podermos ter com quem dividir o cuidado dessa pessoa mais querida do mundo.

Aprendendo a falar


Uma fase absolutamente inesquecível é quando nosso bebê começa a falar. E como bebês são verdadeiras esponjas, vão tentar repetir a maneira como falamos. Se falarmos "pepeta" ao invés de chupeta, é assim que ele vai aprender. Portanto, decida como você vai querer levar essa fase. Se falar certo, ele vai aprender de maneira correta desde cedo.

Livros


Pra gostar de ler, nada melhor do que começar a ter contato com os livros desde pequenininho. Fora que os livros de capa dura - específicos para os bebês - são o máximo. Super coloridos, cheios de desenhos e figuras divertidas.
Bebê que começa a ter convivência com livros desde cedo, pega gosto e não larga mais. Por isso, é legal inclusive deixar os livros no baixo, num lugar onde eles possam alcançá-los desde pequenos.

Bebê dormiu? Aproveite para...


Na hora que o bebê dormir, aproveite e durma também. Mesmo que você não esteja com sono, vale a pena deitar nem que seja pra dar uma descansadinha. Aí, quando o bebê acordar, você vai estar renovada pra curtí-lo como se deve.

Domingo

Brinquedos.


No dia que a gente fica sabendo que está grávida, já começa a planejar a chegada do bebê. E começamos a comprar um brinquedinho aqui, outro ali. Fora a quantidade de presentes que se ganha. Mais brinquedos. Coloridos. Legais. Modernos.
Porém, coisas interessantes acontecem. Por exemplo, quando o bebê é bem pequeninho, os melhores brinquedos são os mais baratinhos, menos "estruturados". Isso porque a mãozinha é tão pequenininha que são poucos os objetos que de fato são planejados pra ele segurar.
Quando crescem mais um pouquinho, aí sim estão mais aptos pra brincar. E como são bebês, fofos, queridos, desencanados, às vezes se encantam de tal forma com uma garrafa de plástico vazia que passam horas brincando com ela.
É a mais pura verdade que pra fazer um bebê feliz, não custa nada.

Roupinhas - 2

Babador é um tema interessante.
Artigo muito útil, porém a indústria peca com um excesso de babadores plastificados, com materiais duros e de dimensões inadequadas pra um ser que, ao comer, move a cabeça praticamente 360 graus, espalhando papinha pra todos os lados.
Tive de todos os modelos, formatos, tamanhos.
Os que eu mais gostei eram de tecido de toalha (macios portanto) e de enfiar pela cabeça (cobrindo a frente, um pouquinho dos ombros e um pouquinho das costas).
Pode parecer que estou exagerando mas a verdade é que com esse modelito, quando acabava a papinha o bebê estava bem mais limpinho que com os outros tipos.
Fora que usar o babador macio pra limpar a boquinha era muito melhor do que tentar dobrar ou virar aqueles plastificados por trás.

A logística da troca de fraldas - 2

Pra deixar tudo organizado e do jeito que a gente quer, melhor ser "virginiana". No armário ao lado do trocador, coloquei mini etiquetas pra ajudar a minha ajudante do lar a guardar as coisas exatamente como eu queria. Etiquetas identificando cueiros (que eu usava pra cobrir o trocador), fralda de boca, toalha fralda, fralda de ombro, etc etc funcionaram direitinho. Tudo estava sempre no lugar certo.

A vida como ela é.


Ter um bebê transforma toda a nossa vida. Sem perceber, muitas coisas que acreditávamos importante, deixa de ser. A escala de prioridades passa a ter um claríssimo primeiro lugar. E isso além de normal, é bastante previsível. Com qualquer pai ou mãe funciona assim.
Mas, por mais que um bebê transforme a nossa vida, não podemos criar um ambiente artificial pra ele viver. A nossa vida mudou, mas o mundo é o mesmo, e, é nele que o bebê tem que se habituar. Isso quer dizer que não devemos criar atmosferas falsas. O nenem tem que acostumar desde cedo com a vida como ela é. Com barulho, cachorro latindo, buzina na rua, festas, casamentos, almoço na casa da vó... Enfim, os acontecimentos da vida normal - da qual ele faz parte - sem a preocupação de deixá-lo sempre num ambiente reservado e quietinho.
E é impressionante observar como um bebê pode dormir placidamente, mesmo com uma banda tocando a metros de distância.

De dia bebê dorme sabendo que é dia.


Aprendi com quem entende de "psicologia baby" que o nenem, quando dorme de dia, tem que saber que é dia.
Isso quer dizer que não devemos fechar as persianas e deixar o quarto escuro como se fosse noite.
Ele vai dormir inúmeras vezes.
E tem sempre que saber quando é dia e quando é noite.

Organizando o tempo - 2


O dia é longo. Não precisa fazer nada com pressa. Tem que curtir.
A preparação do banho do bebê pode ser uma gostosa rotina.
Primeiro separar a roupa que o bebê vai colocar. Do lado, a toalha de banho e sobre ela, a toalha fralda (de pano bem fininho e macio, pra não machucar a pele do bebê). E tudo o mais que for ser usado pós-banho: cotonetes, etc.
A banheira, dependendo do modelo, pode ser colocada no mesmo ambiente onde o bebê vai ser trocado. Fechar janelas pra não ter corrente de vento nessa hora. Colocar água morninha e testar - sempre - antes de colocar o bebê. Tem inclusive um monte de termômetros divertidos pra colocar na água. Mas nada é mais confiável que o nosso próprio toque na água.
Tudo preparado, aí o bebê entra em cena pra ser o astro da ação. E quando acaba é uma delícia: bebê quentinho, fofinho, cheiroso.

Música - 2


Esse CD foi um que tocou bastante na fase mini-baby.
É calminho, um monte de músicas pra ajudar a criar um ambiente bem gostoso pro nenem nanar.
E se bobear, os adultos também.

Esquentando a mamadeira.

Um dia uma amiga com um bebê um pouco maior que o meu veio visitar. Num dado momento, ela perguntou se poderia esquentar a mamadeira do seu filho. E lá foi ela pro microondas. Eu fiquei surpresa, pois não usava o microondas pra nada do bebê. Na próxima consulta, lá fui eu perguntar ao pediatra se podia aquecer a mamadeira no microondas. E ele meio que ficou em cima do muro. Não disse nem que sim nem que não. Disse apenas que não havia nenhum estudo falando sobre o tema. Sei que a partir daí comecei a aquecer no microondas. Muito mais prático e rápido.

Antes de sair da maternidade.


Mãe de primeira viagem pode e deve buscar dicas com mulheres mais experientes. E tem lugar melhor pra pegar dicas do que com a equipe da maternidade? Antes de sair, grave a enfermeira trocando seu bebê e acompanhe o ritual de cuidados dessa fase quando ele é mini-baby. Tem o lance do umbigo pra aprender e mais uma série de toques importantes que fica mais fácil aprender com quem faz isso todo dia. Depois, se esquecer algum detalhe, é só assistir o filminho de novo.

Esperar chorar pra quê?

Curiosa a natureza. Quando alguém depende de nós, mesmo sendo as mais dorminhocas do mundo, conseguimos sempre ouvir o bebê. E isso é muito bom, pois assim que o bebê acorda, é possível pular da cama e já ir ver o que se passa. Muito provavelmente já vai ser hora de mamar. Não é preciso esperar o bebê esgolear mostrando que está com fome pra tomar uma atitude. É simples entender os primeiros sinais, sem precisar deixar o nenê se expressar de maneira enfática.

Uma casa muito engraçada.

Com mais ou menos um ano, o bebê começa a andar. E claro, que um pouco antes disso, ele já engatinha pela casa toda e fica de pézinho, se apoiando em alguma coisa. É uma fase de grandes descobertas e é nítida a sensação de independência do nenem. Pra curtir essa fase sem stress, é fácil tornar o ambiente da casa um lugar adequado para que o bebê dê os seus passeios. Objetos pequenos, objetos que podem quebrar, objetos pesados, enfim, esses são os primeiros a irem parar em algum lugar mais alto. Mesas baixas, com quinas pontiagudas também precisam ser de alguma forma camufladas. E os buraquinhos das tomadas, cobertos. A casa fica meio estranha, sem dúvida. Mas vale muito a pena deixar o bebê andar sem qualquer perigo à vista.

Mamadeira - 3

No assunto mamadeiras, tem muitos detalhes interessantes: tipos diferentes de bico, materiais, tamanhos... O legal é que tem umas mamadeiras pequenininhas que tem alcinha. Pode parecer bobagem mas, quando o bebê é pequeno ainda, vale a pena comprar essas com alcinhas pois facilita bastante eles próprios conseguirem segurar.

Roupinhas

Nada mais fofinho que roupinha de bebê. Só que não dá pra acreditar que ainda fazem roupas de nenem sem abertura pelas pernas. Melhor não entrar nessa. Na hora de trocar uma simples fralda, o que pode ser uma operação mega rápida (ainda mais com a quantidade de treino diário) se torna uma super operação. Tem que tirar por cima, trocar, depois vestir tudo de novo. E se estiver frio então aí é mais mico ainda. Melhor sempre preferir roupinha com abertura embaixo.

Mamadeira - 2

Com 2 anos meu bebêzão ainda tomava mamadeira. Aí um dia, uma pediatra me falou que já estava na hora dele parar de tomar mamadeira. Que como já tinha 2 anos, tinha que ser só no copo. Como pediatras sabem mais, adotei a medida. E me arrependi. Nunca mais meu bebê tomou o mesmo tanto de leite. Acho que não teria sido nada grave ter estendido por um pouquinho mais de tempo o uso da mamadeira.

Mamadeira


Nunca entendi porque muita mãe entucha um monte de coisas na mamadeira do nenem. Açúcar, mel, achocolatado, frutas... Na boa, não precisa de nada disso. Primeiro porque o que é mesmo importante que o nenem tome bastante é leite. Segundo, porque depois lavar essa mamadeira vai ser muito mais trabalhoso. E mais que tudo, começar desde cedo a acostumar o bebê a tomar coisas doces não é nada bom, principalmente em tempos de obesidade crescente.

Desde que parei de amamentar, sempre dei leite puro. E dava gosto ver como ele mamava o leite branquinho, purinho.

Isso é particularmente relevante quando o bebê começa a ter dentes. Mamadeira com mel e açúcar não é nada adequado, principalmente nas horas que depois de uma boa mamada o nenem cai num soninho bom. Dormir sem açucar no dente é bemmmm melhor.

O retorno ao trabalho

Como uma hora a licença maternidade acaba, é legal planejar com o pediatra como vai acontecer o retorno. É preciso pensar nos hábitos alimentares do nenem depois que você não vai mais estar o dia todo com ele. No meu caso, o médico definiu que a partir de uma certa data, suquinhos e papinhas começariam a fazer parte do cardápio do meu bebê. E eu comecei algumas semanas antes de voltar ao trabalho a implementar esses novos hábitos. Deu super certo. Continuei - mesmo trabalhando - amamentando meu filho até os 8 meses e meio. O cardápio dele era composto de sucos, alimentos variados e claro, leite materno. Ele mamava de manhã. Depois de novo quando eu chegava e depois antes de dormir. O resto do dia, tomava outras coisas.

Amamentando


Primeiro, quero comentar que antes de ficar grávida não concebia a idéia de amamentar. Achava muuuito estranho. Porém, como a natureza é sábia, assim que fiquei grávida, nem pensei mais isso. E foi uma coisa muito natural o bebê nascer e começar a amamentar. Não existe nada mais gostoso. É uma sensação muito muito boa. E não existe nada mais prático. Só que dá uma sensação ridícula de desidratação instantânea. Ridícula porque claro que ninguém desidrata assim. Mas o fato é que, quando eu amamentava, tinha sempre água por perto, pois eu sentia desidratar. E tomava água. Muita água.

Música


Manhãs um pouco mais silenciosas e tardes mais musicais. Foi assim o tempo que fiquei em casa com meu bebê. Sempre uma musiquinha de fundo. Se ajudou pra alguma coisa não dá pra saber. O que sei é que meu bebê foi uma pessoa sempre na boa, feliz e tranquila. Pode ser que a música tenha a sua parcela de contribuição nisso. Ele ouviu de tudo. De "que que tem na sopa do nenem" até Chico Buarque, clips na mtv e etcs. E no quarto, na hora de trocar fraldas ou embalar o soninho, sempre caixinhas de música soando baixinho.

Pozinho milagroso


Todo mundo já sabe. Mas não custa falar de novo. Tem um pozinho cor de rosa chamado Funchicorea que é muito bom toda mãe de bebê pequenininho ter em casa. Quando o bebê tem cólica, coloque na tampinha do pote um pouquinho do pó e encoste a chupeta. Depois dê pro nenem. Ele fica bem mais sossegado.
Por que funciona? Tecnicamente não sei. Sei que até no Instituto da Criança esse pozinho é usado. E a minha teoria de porque funciona é: imagine você chorando. Aí alguém coloca na sua boca um pouco de talco. Você imediatamente pára de chorar pra tentar absorver aquele talco que seca sua boca. Tem lógica, não?

Troca de fraldas - 2


Muita gente usa o bom e velho Hipoglós. Eu não gostava nem um pouco pois era grudento que só. Pode ter mudado, não sei. Mas eu adorava Dermodex. Fluído, cheirinho leve de bebê, facílimo de aplicar e tirar. Meu bebê nunca teve assadura. Foi liso.

Organizando o tempo.

Pode parecer maluco, mas vale a pena definir uma rotina legal para os dias da licença maternidade. Apesar de ter o dia inteiro livre, foi bacana ter definido horários mais ou menos fixos pras coisas acontecerem. A hora do banho, a hora da "aula", a hora de ir pro sol, enfim...
Preferi definir o banho no meio da tarde por ser uma hora mais quentinha. Inventei uma "aula" que todos os dias, uma vez de manhã e outra à tarde, eu brincava com meu filho com todos os brinquedinhos que havia. No começo, muito bebezinho, ele apenas observava. Depois, a medida em que crescia, interagia, segurava as coisas, dava risadas.

Um admirável mundo novo.

Quando o bebê chega, muita coisa nova acontece.
E muita coisa que a gente não tem idéia porque está acontecendo. O instinto maternal é um grande aliado e a gente acaba se saindo bem naturalmente.
Achei legal, independente do meu instinto maternal, ir anotando tudo de diferente que acontecia para poder perguntar nas visitas mensais ao pediatra.
Se eu não anotasse, teria esquecido metade das coisas. E foi divertido saber, por exemplo, que bebê com soluço é sinal que mamou bem. Ou que, quando no berço, ele fica virando sem parar a cabeça de um lado para o outro, é sinal que está com muito sono e está tentando se auto-ninar. Enfim, coisas divertidas de saber a razão.

A logística da troca de fraldas.

Uma das coisas que a gente mais faz quando tem um bebê é trocar fraldas. E pode parecer bobagem, mas, pensar a logística desse momento é tudo de bom, pois são tantas vezes ao dia que a "dinâmica de troca" deve ser muito bem pensada.

Regra # 1 - pense um esquema que permita você ter sempre uma das mãos sobre o bebê. Ou seja, fazendo assim você vai ter apenas uma mão livre para pegar as coisas.

Eu optei por fazer as trocas com água morna, na minha opinião mais higiênico que lenços umedecidos. Então, tinha sempre no kit de troca uma garrafa térmica com água morninha de apertar. Ou seja, com apenas uma mão eu conseguia colocar a água no potinho. Se a garrafa fosse de tampa normal, não conseguiria fazer tudo com uma mão só.

E com orgulho posso dizer que meu bebê nunca caiu do trocador. Pode parecer que não é uma grande façanha, mas ouvi muitas mães contando que isso aconteceu.

Vida de Rainha


Ficar grávida - de barriga aparecendo - é um momento mágico. Todo mundo nos trata de um jeito especial. Depois então, quando chega o bebê, aí não tem nada que defina esse momento melhor do que Vida de Rainha: pessoas queridas nos visitam. Muitas ainda trazem presentes. A gente - de licença maternidade - não trabalha. E o salário continua normalmente caindo na conta bancária. E o melhor de tudo: temos o bebê mais fofinho do universo pra curtir e cuidar. É mesmo uma época de ouro na vida de qualquer mulher.

"Tô grávida". Conto pra todos?

No meu caso, preferi seguir o conselho do meu médico. Na época ele disse que assim que eu contasse, ouviria inúmeros palpites, conselhos, dicas... E que isso era bom, mas um pouquinho mais pra frente. Fiz então como ele falou. E batata: com 3 meses, quando divulguei pra galera, uma enxurrada de coisas boas - mas também de esquisitices - eu ouvi. Foi bom ter guardado só pra mim e pro pai da criança a notícia no comecinho. Tudo foi bem tranquilo.

Por que esse blog?


Pra contar como foi a primeira vez que fui mamãe.
Como tudo deu super certo e foi uma época muito muito boa da minha vida, talvez seja legal pra outras mamães de primeira viagem ouvirem essas histórias.